As mãos de um escritor delineiam pela folha branca
Fazendo com que ganhe vida, construindo alicerces para um mundo paralelo aonde as vontades são concretizadas com o intuito de despertar imaginação. É a criatividade, é a mão, são os pensamentos que fazem de um escritor o que ele é, um deus da Criação!

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Musa Parisiense

Ò Musa, do acalento e do gélido inverno francês 
O que a trazes para o caloroso verão deste ávido Brasil?
Seria suas praias azuladas e matas esverdeadas com seu maravilhoso anil celeste neste enorme Brasil
Ou seu extenso e festivo Rio?
Ò musa, o que a trazes pra cá, eu não sei 
Mas gosto do seu embalo cigano e do seu sorriso plano
Que me encanta sob a luz da marezia 
Embalando ao fogo da minha poesia.

Ò Musa parisiense, por que tanto me fascina 
Se seu antigo amor ainda a contagia 
Por que me dar tanta esperança
Se você se distância, mas quando se aproxima meu coração se fascina

Ò Musa cigana que tanto me engana
Sou um poeta sem rumo 
Que a qualquer momento ama 
Então não tente amar-me, senão eu posso gostar de amar-te 

Se queres que eu te ame, 
Eu a amarei 
E, sob as luzes da radiante Paris, Cigana minha 
Verás que nosso amor feito pela magia 
Deste, Ò, paraíso tropical chamado Brasil
Mais engrandecido serás
Ò Musa cigana que tanto ama de beleza cristalina 
Que enfervece só ao som das linhas 
Que escrevo minhas poesias!


Alef Mendes Engler

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