Começo a perceber que eu gostava de você
Que me negava a escolher
Entre eu e você, entre nós...
De dizer que sim,
Preferia aquele que me tentava ao erro
Nos impedia de ficarmos a sós
Me negava a enxergar que era você a me dar
O que realmente necessitava
Me deixei levar pela ilusão de um amor que já estava perdido
Bem antes de nascer,
Permitir esquecer que era você
A minha paixão...
Por que desejei ter a ele,
Se era você que me dizia sim,
Escolhi o amor perdido,
O sol falso
Mas, ainda sim, ardia em mim.
Oh, coração...
Por que me engana,
Diz que ainda me ama...
Você quebrou o nosso vidro,
Mas eu ergui outro a nossa volta,
Por outro, fiz de você o outro,
A nossa possibilidade
Vi caindo, mas não me importei;
Agora me vejo aqui sem sono
Buscando apenas um sonho;
Agora eu sei o quanto te amei...
Se ficássemos, você ainda daria seu amor?
Se me desse mais uma chance,
Você ainda me faria esse favor?
Me amaria com todo o seu fervor?
Diz pra mim
É só falar que sim
Pois você é o meu eterno sonho,
Agora eu sei, mesmo um pouco tarde, mas ainda assim
É só dizer que sim.
"Um único e breve suspiro para uma longa eternidade, porque a vida é qualquer coisa menos certeza" (Alef Mendes Munir)
As mãos de um escritor delineiam pela folha brancaFazendo com que ganhe vida, construindo alicerces para um mundo paralelo aonde as vontades são concretizadas com o intuito de despertar imaginação. É a criatividade, é a mão, são os pensamentos que fazem de um escritor o que ele é, um deus da Criação!
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segunda-feira, 14 de março de 2011
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