Se sou imortal, sou de metal
O coração rompe, o sangue irrompe
A sangue frio, eu rio.
Faço pessoas sangrar
Fios, rios, sem parar.
Se sou um monte de latas
É porque destruíram as matas
Poluiu. Evoluiu.
Robô, roubou a verde primavera
Natureza,
O homem viu,
A Criação de Deus ruiu.
Evolua mata que mata
Da mão mecânica
Perde sua honra
Transforma o seu arsenal
Em sua arma fatal.
Alef Mendes Engler
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